segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Página 9 - Filipe Duarte



 9 - Filipe Duarte 
 
 

 

Filipe Duarte nasceu na Amadora, a 29 de agosto de 1978. O seu interesse por banda desenhada manifestou-se desde muito cedo, resultando numa carreira prolífica. O seu trabalho é influenciado por vários autores como Jack Kirby, Giorgio Cavazzano, Moebius, André Franquin e Osamu Tezuka. Como editor da Znok, publicou várias histórias da sua autoria. Também colaborou em fanzines/revistas como "Kzine", "Zona Monstra", "Zona Nippon", a revista australiana "Something Weird" e Portugal 2055. Recentemente, publicou a novela gráfica A Última Nota, em colaboração com o escritor André Mateus. 

Em 2019, ilustrou e, em colaboração com o Museu Bordalo Pinheiro, editou a biografia Rafael Bordalo Pinheiro: Uma Vida em Desenhos, vencedora do prémio “Melhor Publicação Independente” nos Troféus Central Comics 2020. 

 

Instagram: filipeduartebd

 

Site:filipeduartebd.webnode.pt

 

domingo, 23 de agosto de 2020

Página 28 - Outro Nuno

28 - Outro Nuno


 
"Nuno Duarte, ou Outro Nuno (por não ser o único a ter um nome espectacular), é um pacato cidadão nascido no início de 72. Nasceu tarde, diz a sua mãe. Mas cedo, aos 15 anos, largou a escola secundária e começou a trabalhar como paquete na agência de publicidade Lintas para ajudar na economia caseira, e aos 17 começou a dar os primeiros passos em ilustração profissionalmente como maquetista nessa mesma agência. Por essa altura, ganhou dois primeiros prémios Rafael Bordalo Pinheiro de banda desenhada promovidos pela Câmara Municipal de Lisboa em 1992 e 1994.

Até 2008 esteve sempre a ilustrar praticamente só para agências e produtoras de publicidade, ano em que resolve, depois de uma noite mal dormida, deixar para trás a vida de ilustrador e pós-produtor de imagem residente na Young & Rubicam e dedicar-se ao seu mister em regime freelancer. Com mais tempo de sobra, resolve aproveitar para fazer outros bonecos e começar a frequentar a Tertúlia BD de Lisboa, ambiente onde conhece o Geraldes Lino, estreita laços com outros autores e aviva a vontade de fazer banda desenhada. Por incrível que pareça, editou pela El Pep 2 livrinhos do Mocifão, em 2009 e em 2010, personagem criado nos tempos livres em 2003. Chegou a fazer parte do colectivo The Lisbon Studio, onde foi muito feliz e recomenda.

Entretanto, lá tem feito as suas coisinhas para se manter em conformidade com a sociedade, tal como ela assim o exige. Mas, para além de pequenas bd's, como é o caso aqui exposto, estão em andamento vários projectos, que se esperam vir a ver a luz do dia. Até lá, aguardemos, sobretudo, o autor. Se quiserem ver mais coisas, é procurar por Outro Nuno no Facebook, Instagram, e claro, no Google." Ele anda por aí.
 
https://www.facebook.com/mocifao/
 
 
 

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Lino, um Comic Jam

" A comic jam is a creative process where one or more comics artists collaborates on drawing or painting one single comic. Often the process is that one artist creates the first page, and then another artist creates the second, and a third does the next, and so on. There is no script that the artists work from, and the content of the comics is improvised. Any given artist working on a comic jam makes a page based solely on what happened on the previous page. " 

in https://en.wikipedia.org/wiki/Comic_jam 

Um Comic Jam com o Lino 

Iniciámos esta banda desenhada em formato comic jam num certo secretismo com o objectivo de reunir algumas dezenas de páginas realizadas por autores próximos do Geraldes Lino, encaderná-las num exemplar e surpreendê-lo, oferecendo-lhe o exemplar único em mão numa merecida homenagem a realizar. Ao folhear esta BD ele iria certamente insultar alguns de nós, enquanto gargalhava ao ver-se retratado. E mais tarde em casa iria lê-la atentamente e relê-la. E telefonar-nos-ia às horas mais incríveis da madrugada a dizer que o nariz dele não tem aquele formato, com correcções ortográficas e etc. Seria assim. 

Em Fevereiro de 2019, após nos ter deixado, decidimos continuá-la. 



http://alvarocartoon.pt/linocomicjam/bdlino.html


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sábado, 2 de maio de 2020

Página 23 - Sama

23 - Sama




Sama

Sama é artista visual brasileiro com formação em teatro e artes plásticas, vive em Portugal há alguns anos… Além do desenho e da pintura, sua produção autoral estende-se à escrita, à performance, ao cartoon político e ao cinema. Participou e produziu publicações de BD no Brasil e na Europa. Já expôs no Rio de janeiro, Belo Horizonte, Lisboa, Porto, Beja, Londres e Mindelo. Recentemente no Brasil, estreou a série de animação experimental para a televisão, Motel Sama e também publicou o livro, Mondo Sama. Atualmente, além das atividades em teatro e artes plásticas, está a trabalhar no seu novo livro e numa série documental para a televisão portuguesa.


segunda-feira, 6 de abril de 2020

Página 22 - Patrícia Guimarães

22 - Patrícia Guimarães





Patrícia Guimarães (1985, Lisboa)
 
Licenciada em Arte e Multimédia - Animação, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL), onde também frequentou o Curso Laboratório de Ilustração e Banda Desenhada.
Actualmente, frequenta o Mestrado de Ilustração e Animação, no Instituto Politécnico do Cávado e Ave (IPCA), em Barcelos.
Recebeu em 2019 o prémio Geraldes Lino, na 15ª Edição do Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja.
É autora de “STABAT MATER” (2015)- publicada em 2020 na revista Stripburger #75 - “MANUELinútil” (2016), “Pêra Verde” (2019) e participou na antologia colectiva de banda desenhada “Nódoa Negra" editada pela Chili Com Carne, em 2018. Também publicou em diversos fanzines como Preto no Branco (Fanzines e Martelos), Nicotina e Your Mouth Is a Guillotine.
Ilustrou para as editoras Douda Correria e Barco Bêbado, para a revista Hoje Macau, para o Jornal da Voz do Operário e para o Teatro da Rainha (Caldas da Rainha).
No âmbito do cinema de animação trabalhou com as produtoras MODOImago, Animanostra, Animais Avpl. e Sardinha em Lata.
Enquanto formadora, já dirigiu diversas oficinas de banda desenhada e ilustração por todo o país.
 
 
 
 
 

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Página 20 - Osvaldo Medina

20 - Osvaldo Medina

Página 19 - Derradé

19 - Derradé

Página 18 - Pedro Cruz

18 - Pedro Cruz

Página 17 - Ilda Teresa Castro

17 - Ilda Teresa Castro

Página 16 - Sofia Neto

16 - Sofia Neto

Página 15 - Lança Guerreiro

15 - Lança Guerreiro

Página 14 - Carlos Moreno

14 - Carlos Moreno

Página 13 - Gastão Travado

13 - Gastão Travado

Página 12 - Pedro Alves

12 - Pedro Alves

Página 11 - Álvaro

11 - Álvaro

Página 10 - Pedro Mota

10 - Pedro Mota

Página 8 - João Amaral

8 - João Amaral







João Amaral 

 João Amaral nasce em Novembro de 1966. Estreia-se em 1994, com Rui Carlos Cunha, pelas Edições Asa, numa adaptação para banda desenhada de A Voz dos Deuses, de João Aguiar. Colabora nas Selecções BD – 2ª Série, entre 1999 e 2000, com O Que Há de Novo no Império? e O Fim da Linha, um remake de O Comboio Apitou Três Vezes, de Fred Zinneman, passado numa aldeia portuguesa durante a viragem do milénio. Ganha uma menção no Festival da Sobreda, em 2002, na categoria de Novos Valores, com Game Over.

Em 2003, é um dos autores que participa no álbum Vasco Granja-Uma Vida, Mil Imagens, com Missão Quase Impossível, elaborada com o argumentista Jorge Magalhães. A mesma dupla fará Ok Corral, uma história de quatro páginas (assinando com os pseudónimos de Jhion e Zhion).

Nos anos seguintes, publica História de Manteigas, Bernardo Santareno – Fragmentos de uma Vida Breve e História de Fornos de Algodres, pela Âncora Editora. Durante dois anos, colabora no jornal Cruz Alta, com Isabel Afonso, em O Gui, a Nô... E Os Outros, sob o pseudónimo de Joca.

Em 2012, novamente pelas edições Asa, assinando como Jhion, lança com Miguel Peres, o álbum Cinzas da Revolta, passado em Angola, nos primeiros anos da guerra colonial. Em 2014, surge pela Porto Editora, a adaptação para banda desenhada do romance homónimo de José Saramago, A Viagem do Elefante. Já em 2017 publicou sob a chancela das Edições Esgotadas Museu Nacional Grão Vasco 1916 – 2016/Em Busca da Arte Perdida, um livro que narra os vários episódios que formam a história do museu ao longo de cem anos.

Em 2019, a propósito dos 25 anos do lançamento de A Voz dos Deuses, publicou uma nova edição desta obra pela editora Arcádia, desta vez mais consentânea com o original, ou seja a preto e branco.

Pelo meio, colaborou também em acções publicitárias, com revista A Rua Sésamo, fez postais de felicitações e ilustrações para livros, desde romances a manuais escolares. No seu blogue, entre inéditos que mostra, assinou desde 2010 (e durante vários anos), como Joca, a tira Fred & Companhia. Por fim, em 2013 ganhou no Festival Internacional de Banda Desenhada de Viseu, o troféu Animarte pelo conjunto da sua obra.