"Nuno
Duarte, ou Outro Nuno (por não ser o único a ter um nome espectacular),
é um pacato cidadão nascido no início de 72. Nasceu tarde, diz a sua
mãe. Mas cedo, aos 15 anos, largou a escola secundária e começou a
trabalhar como paquete na agência de publicidade Lintas para ajudar na
economia caseira, e aos 17 começou a dar os primeiros passos em
ilustração profissionalmente como maquetista nessa mesma agência.
Por essa altura, ganhou dois primeiros prémios Rafael Bordalo Pinheiro
de banda desenhada promovidos pela Câmara Municipal de Lisboa em 1992 e
1994. domingo, 23 de agosto de 2020
Página 28 - Outro Nuno
"Nuno
Duarte, ou Outro Nuno (por não ser o único a ter um nome espectacular),
é um pacato cidadão nascido no início de 72. Nasceu tarde, diz a sua
mãe. Mas cedo, aos 15 anos, largou a escola secundária e começou a
trabalhar como paquete na agência de publicidade Lintas para ajudar na
economia caseira, e aos 17 começou a dar os primeiros passos em
ilustração profissionalmente como maquetista nessa mesma agência.
Por essa altura, ganhou dois primeiros prémios Rafael Bordalo Pinheiro
de banda desenhada promovidos pela Câmara Municipal de Lisboa em 1992 e
1994. quinta-feira, 30 de julho de 2020
terça-feira, 30 de junho de 2020
domingo, 21 de junho de 2020
segunda-feira, 25 de maio de 2020
sábado, 2 de maio de 2020
Página 23 - Sama
segunda-feira, 6 de abril de 2020
Página 22 - Patrícia Guimarães
Recebeu em 2019 o prémio Geraldes Lino, na 15ª Edição do Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja.
Ilustrou para as editoras Douda Correria e Barco Bêbado, para a revista Hoje Macau, para o Jornal da Voz do Operário e para o Teatro da Rainha (Caldas da Rainha).
Enquanto formadora, já dirigiu diversas oficinas de banda desenhada e ilustração por todo o país.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020
terça-feira, 18 de fevereiro de 2020
Página 9 - Filipe Duarte
Filipe
Duarte nasceu na Amadora, a 29 de agosto de 1978. O seu interesse por
banda desenhada manifestou-se desde muito cedo, resultando numa carreira
prolífica. O seu trabalho é influenciado por vários autores como Jack
Kirby, Giorgio Cavazzano, Moebius, André Franquin e Osamu Tezuka. Como
editor da Znok, publicou várias histórias da sua autoria. Também
colaborou em fanzines/revistas como "Kzine", "Zona Monstra", "Zona
Nippon", a revista australiana "Something Weird" e Portugal 2055.
Recentemente, publicou a novela gráfica A Última Nota, em colaboração com o escritor André Mateus.
Em 2019, ilustrou e, em colaboração com o Museu Bordalo Pinheiro, editou a biografia Rafael Bordalo Pinheiro: Uma Vida em Desenhos, vencedora do prémio “Melhor Publicação Independente” nos Troféus Central Comics 2020.
Instagram: filipeduartebd
Site:filipeduartebd.webnode.pt
Página 8 - João Amaral
João Amaral nasce
em Novembro de 1966. Estreia-se em 1994, com Rui Carlos Cunha, pelas Edições
Asa, numa adaptação para banda desenhada de A Voz dos Deuses, de João
Aguiar. Colabora nas Selecções BD – 2ª Série, entre 1999 e 2000, com O
Que Há de Novo no Império? e O Fim da Linha, um remake de O
Comboio Apitou Três Vezes, de Fred Zinneman, passado numa aldeia portuguesa
durante a viragem do milénio. Ganha uma menção no Festival da Sobreda, em 2002,
na categoria de Novos Valores, com Game Over.Página 4 - Sérgio Santos
Apesar de acumular as funções de desenhador e argumentista na maioria das histórias que cria, teve já oportunidade de colaborar em parceria com autores nacionais e estrangeiros. Já participou com trabalhos seus nas publicações Nicotina Zine, CBK Vol 32 e Cliff Comics. Teve também uma história de BD publicada Zona Contacto, entrou também em vários concursos de BD da Amadora BD, C. M. de Odemira e Avenida Marginal.
Vários contos literários da sua autoria foram também já publicados em antologias e revistas da especialidade.
É o fundador e editor da revista de BD H-alt.
http://golpe-de-asa.blogspot.pt
https://www.facebook.com/sergusart




























